sexta-feira, 6 de maio de 2011

Bolo do Príncipe William

Chocolate Biscuit Cake


Ingredientes:
Bolo:
200g de bolachas de manteiga
1 xícara (chá) de creme de leite
2 colheres (sopa) de mel
4 colheres (sopa) de manteiga
300g de raspas de chocolate meio amargo
1 colher (chá) de extrato de baunilha
Cobertura:
2 colheres de manteiga
60g de creme de leite
150g de chocolate meio amargo

Modo de Preparar:
Unte uma forma redonda de aro removível com manteiga. Quebre as bolachas em pedaços grandes.
Em uma travessa que possa ser colocada no forno de microondas, misture o creme de leite, o mel e a manteiga. Aqueça por aproximadamente 1 minuto e meio, ou até que comece a borbulhar. Acrescente o chocolate e misture até que se derreta e a massa fique homogênea. Misture a baunilha e, depois, os pedaços de bolacha. Preencha a forma e leve à geladeira por 12 horas ou por 3 horas no freezer, até que esteja completamente gelado.
Uma vez pronto, prepare o glacê. Em uma pequena frigideira, em fogo baixo, misture manteiga e creme de leite. Quando ferver, retire do fogo, acrescente o chocolate e bata até que a massa esteja toda na mesma textura.
Desenforme o bolo e cubra com o glacê.
Sirva em temperatura ambiente.

(Bolo de chocolate com biscoitos McVities,confecionado pela própria fabricante dos biscoitos)

sexta-feira, 29 de abril de 2011

OS CASAMENTOS DA REALEZA


Kate Middleton


O enlace real do Príncipe William e Kate Middleton DIA 29 DE ABRIL DE 2011








O clima de ansiedade chegou ao ápice quando, em um Rolls-Royce Phantom VI, de 1978, na companhia de seu pai, Michael Middleton, Kate revelou seu vestido: um Sarah Burton (diretora artística da marca de Alexander McQueen) com corpete bordado, apliques, saia evasê e véu em tom pérola. Uma renda, cheia de rosas, narcisos e trevos, feitos à mão pela Escola Real de Bordado - estes são símbolos da monarquia britânica - também chamou a atenção.

A princesa escolheu usar o cabelo solto e o véu - de 2,7m de comprimento - é preso à cabeça de Kate por uma tiara da Cartier, encrustada de diamantes, emprestado pela rainha Elizabeth II (que o recebeu em 1936, da rainha-mãe, quando completou 18 anos) para Kate. Outro detalhe que chamou a atenção foi o buquê da noiva, em forma de escudo, com fio de murta, lírio-do-vale e jacinto - muitíssimo discreto, extremamente diferente da peça usada por Diana, que era em cascata.



Julho 1981 – Princípe Charles casa com Lady Diana Spencer





DIANA usa uma tiara de ouro, com diamantes colocados em prata. Embora a tiara Specer seja tradicionalmente datada de 1767, o seu estilo parece remontar aos anos 1830. A tiara foi restaurada em 1927 por Asprey & Co,Lda, com pedras retiradas de várias jóias doadas pela família Spencer. Os pequenos rolos em cada extremidade são o que resta da configuração anterior.
Para os desenhadores de moda, David Emanuel e Elizabeth Emanuel, criar o vestido de noiva da Diana foi “um conto de fadas tornado realidade”. Tendo sido apresentados a Lady Diana Spencer em Fevereiro 1981, os Emanuels rapidamente se tornaram um dos seus criadores favoritos.
O casamento real de HRH Príncipe Charles e Lady Diana Spencer foi considerado um dos ícones do século XX, tendo ficado gravado na memória de milhões de pessoas em todo o mundo. Mais de 800 milhões de pessoas assistiram ao casamento, pela televisão.
Nos sapatos de casamento da Lady Diana, 150 pérolas cobrem o motivo central em forma de coração.




Novembro 1947 – Rainha Elizabeth IIcasa com o Duque de Edinburgh




Neste período, ano de 1947, Princesa Elizabeth, rejeitou a renda de herança e escolheu véu de tule branco.



A rainha mãe Lady Elizabeth



A rainha mãe Lady Elizabeth Bowes Lyon se casou em 1923 com um look de Madame Handley – bem na moda da época, reto.





Julho 1893 – Rei George Vcasa com a Rainha Mary







No dia 6 de julho de 1893 foi celebrado o primeiro casamento e o mais controverso da Casa de Windsor, antes chamada de Casa de Saxe-Coburgo-Gotha. A cerimônia oficializou a união do rei George V - o segundo filho dos reis Eduardo VII e Alexandra - e de Maria de Teck. A princesa inicialmente foi contratada para o irmão de George, Albert Victor, Duque de Clarence, mas o destino mudou os planos da família real com o falecimento inesperado do filho mais velho.

A união, anunciada um ano depois da morte de Alberto, foi realizada na Capela Real de St. James Palace, em Londres. George e Maria tiveram seis filhos: Edward, George (os únicos que se tornaram reis), Maria Henrique, George e John.

Em 1901, após a morte de sua avó, a rainha Victoria, George tornou-se o príncipe de Gales, duque da Cornualha e duque de Rothesay. Após sua nomeação, a família inteira deixou a casa em St. James's Palace e foi morar em Marlborough House. George V foi coroado Rei do Reino Unido em 22 junho de 1911 e Imperador da Índia em 11 de dezembro, um ano após a morte de seu pai. Seu reinado começou em meio à contínua crise constitucional na Câmara dos Lordes, que o Parlamento se recusou a aprovar uma lei que limite o seu poder.

Em 1917, dado o sentimento anti-alemão causada pela Primeira Guerra Mundial, George V mudou o nome da casa real de Saxe-Coburgo-Gotha para Windsor. Outra inovação criada por George V, em 1932, foi o discurso transmitido por rádio, que anos mais tarde inspirou seu filho George VI bem como o filme vencedor do Oscar "O discurso rei". Rei George V era muito amado pelo seu povo e morreu em 20 de janeiro de 1936


Março 1863 – Rei Edward VII casa com a Princesa Alexandra da Dinamarca



Fevereiro 1840 - Rainha Victoria casa com Princípe Albert





Em 1840 na Inglaterra que o casamento da Rainha Vitória teve mais impacto do que todos que o antecederam
Na verdade começou uma tendência totalmente nova, quando ela decidiu não vestir a prata real tradicional vestido de noiva. Rainha Vitória deu ao vestido de casamento branco um novo significado e simbolismo quando ela se casou assim, com seu amado Príncipe Albert. Foi um vestido simples, feito de cetim branco, enfeitado com rendas e com um longo véu mais uma grinalda de flores de laranjeira na cabeça para representar a pureza.
Foi então que o branco se tornou a escolha dominante, tradicional, que simboliza pureza e virgindade.







Uma história cheio de conflitos, memórias e boatos, mas nós sabemos que é assim que acontece em toda família famosa.

A Casa de Windsor ou Dinastia Windsor denominada casa real do norte da Europa, descendente da Casa de Saxe-Coburgo-Gota, sendo a dinastia atualmente no poder do Reino Unido e dos países da Commonwealth.

Tem como atual soberano a Rainha Elizabeth II. Passou a ter a denominação atual no ano de 1917, durante a Primeira Guerra Mundial, ocasião em que um sentimento anti-germânico no povo fez com que a Família Real Britânica trocasse todos os seus títulos e sobrenomes alemães para versões inglesas.

terça-feira, 1 de março de 2011

Exposição Athos Bulcão

Na Trilha dos Azulejos - Um passeio por Brasília pelas obras de Athos Bu...

Athos Bulcão está na Moda!




Imagens do desfile de Ronaldo Fraga – Fotosite


Os antenados na moda já estão sabendo que no dia 31 de Janeiro o estilistaRONALDO FRAGA exibiu sua coleção de inverno nas passarelas da São Paulo Fashion Week. A inspiração para suas novas peças foi o trabalho do artista plástico ATHOS BULCÃO, um dos maiores responsáveis por engrandecer o papel do artista na obra arquitetônica brasileira

Brasilia's Cathedral

Athos Bulcão




Igrejinha Nossa Senhora de Fátima




Painel de azulejos, Entrequadras 307/308 Sul, Igrejinha Nossa Senhora de Fátima, 1957 Brasília – DF, Brasil Arquiteto Oscar Niemeyer Foto Ricardo Padue Dimensões 525 x 3945 cm





Teto com placas metálicas
Teto com placas metálicas, Plenário, Senado Federal, 1978. Brasília – DF, Brasil Arquiteto Oscar Niemeyer Foto Edgar César Filho






Painel de azulejos, Batistério, Catedral Metropolitana de Brasília




Painel de azulejos, Batistério, Catedral Metropolitana de Brasília, 1970. Brasília – DF, Brasil Arquiteto Oscar Niemeyer Foto Edgar César Filho Dimen
sões 280 x 1380 cm






Painel de azulejos, Caixa Econômica Federal de Natal



Painel de azulejos, Caixa Econômica Federal de Natal, 1976 Rio Grande do Norte – RN, Brasil Arquiteto Cláudio Meirelles Fontes Foto Edgar César Filho





Painel de azulejos, Brasília Palace Hotel




Painel de azulejos, Brasília Palace Hotel, 1958. Brasília – DF, Brasil Arquiteto Oscar Niemeyer Foto Edgar César Filho Dimensões 318 x 3474 cm Pintura mural, Brasília Palace Hotel, 1958. Brasília – DF, Brasil Arquiteto Oscar Niemeyer Foto Edgar César Filho Dimensões 325 x 2600 .







Painel de azulejos, Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, 1993. Brasília


Painel de azulejos, Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, 1993. Brasília – DF, Brasil Arquiteto Sérgio Parada Foto Edgar César Dimensões 343 x 2820 cm Painel de azulejos, Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, 1993. Brasília – DF, Brasil Arquiteto Sérgio Parada Foto Edgar César Dimensões 343 x 2840 cm.



Athos Bulcão



Athos Bulcão é um dos mestres brasileiros que mais exemplarmente representam a multiplicidade. Em tudo o que tocou, Athos deixou uma marca de invenção, delicadeza, exuberância e elegância.

Sua carreira se iniciou pelo desenho e pintura, dentro das tendências figurativas. Como artista se submeteu a um longo aprendizado, onde as questões referentes ao uso da cor foram sempre o principal ponto de atenção e conhecimento. No entanto, é pelo exercício da integração arquitetônica que seu trabalho começou a obter diferentes rumos. Na colaboração intensa em projetos de arquitetura redimensionou sua experiência e demonstrou a compreensão exata do papel do artista na obra arquitetônica, ou seja, estar estética e filosoficamente comprometido com as exigências do projeto arquitetônico, trabalhando em função do espaço proposto, destacando, valorizando, intensificando a presença da arquitetura.

A exatidão de suas interferências está em acordo com afirmação de Emile Zola, feita em 1880, sobre os bem sucedidos projetos de integração do pintor francês Puvis de Chavannes: "Sua bela ordenação é de uma requintada simplicidade. Sua originalidade e sua força residem na simplificação do desenho, na unidade do tom, nas vastas superfícies que ornam os edifícios, sem esmagar ou quebrar a unidade da arquitetura".

Em sua monumental e grandiosa obra de integração da arte com a arquitetura, Athos Bulcão atinge os preceitos necessários, que são o de deixar o arquiteto e o edifício serem os autores e o artista ser um colaborador. Mas ele sabe tornar esta colaboração essencial, e, com base em uma forma mestra, que se multiplica pela disposição no espaço, cria movimento e harmonia.

Na pintura Athos demonstra seu mais alto grau de realização. Tendo à disposição os recursos absorvidos por um constante exercício estético, alcança nas telas um primoroso equilíbrio entre forma e cor, demonstrando um excelente domínio técnico que faz com que cada quadro possua a qualidade de ser belo.

Athos Bulcão transita do pequeno formato às grandes superfícies, respeitando as especificidades e tirando proveito das inúmeras possibilidades disponíveis. Assumindo ao longo de sua trajetória características de versatilidade, constrói uma obra que se impõe no panorama nacional e consegue criar um repertório que se traduz em verdadeira lição de arte.

Athos demonstra vitalidade e prazer em seu ofício. Esta é a grande lição do mestre, que nos garante a certeza de que sua obra permanecerá como fonte inesgotável de inspiração para as novas gerações, pelo espírito generoso, libertário e visionário que a anima.

Ele foi amigo de alguns dos mais importantes artistas brasileiros modernos, como Jorge Amado, Burle Marx, Vinicius de Moraes, Fernando Sabino e Manuel Bandeira entre outros. Aos 21 anos, seus amigos o apresentaram a Candido Portinari, com quem trabalhou como assistente no mural de São Francisco de Assis na Pampulha anos depois.

Em 1943, Bulcão conheceu Oscar Niemeyer, que lhe encomendou um projeto para os azulejos externos do Teatro Municipal de Belo Horizonte. A obra ficou inacabada e o painel não foi realizado.

Foto de Athos Bulcão e Oscar Niemeyer

Athos Bulcão posa ao lado do amigo Oscar Niemeyer; artista conviveu com principais nomes da arte brasileira no século 20

Em 1996, o artista recebeu do governo brasileiro a Ordem do Mérito Cultural, em cerimônia no Dia Internacional da Cultura. No mesmo ano, ele também recebeu o Diploma de Reconhecimento do Instituto dos Arquitetos do Brasil por sua obra em prol da arquitetura nacional.
No ano seguinte, ele ainda ganhou o título de Cidadão Honorário de Brasília, por iniciativa da Câmara Legislativa do Distrito Federal.
Em 1945 trabalhou como assistente de Candido Portinari – com quem, mais tarde estagiou durante seis meses no atelier do Rio de Janeiro – no painel de São Francisco de Assis da Igreja da Pampulha, em Belo Horizonte.